SE EU FOSSE O BOLSONARO..!

Tempo de leitura: 3 minutos

“Ontem ele era meu adversário, a partir de hoje ele é meu presidente” (John MacCain), candidato derrotado por Barack Obama, ao cargo de presidente dos Estados Unidos.

“Você se prepara, corre o melhor que pode e passa o bastão para frente – porque somos todos parte do mesmo time” (Barack Obama ao passar o cargo de presidente dos Estados Unidos a Donald Trump).

o povo se libertou!!

No Brasil, o que ouvimos do candidato derrotado do PT ao fazer seu manifesto à Nação Brasileira? Portou-se como se a batalha eleitoral fosse continuar: “Daqui a quatro anos poderei voltar”…

O candidato do PSTU foi além, ameaçou ir às ruas todas as terças feiras, para protestar contra a vitória daquele que nomeia de “fascista, homofóbico, racista etc..”.

Nós precisamos aprender que uma determinada contenda tem suas normas – assim é no futebol, só para citar o esporte mais popular-, decorridos os 90 minutos, e os acréscimos dado pelo árbitro, não cabe mais o “Jus sperniandis”. Mesmo hoje em dia com o avanço tecnológico do tal árbitro de vídeo, após o apito final é o fim, ninguém mais conseguir reverter os três pontos ao perdedor!

No caso da disputa pela presidência do Brasil, tanto um lado, quanto o outro se sujeitou às normas ditadas pelo TSE, submeteu-se às urnas eletrônicas (honestas ou não, isso é tema para outro artigo) e, ao ser divulgado o vencedor, todos – contrários e a favor-, devem pensar única e tão somente no país, e não torcer pelo pior.

Já que dou ênfase às frases, uma representa bem o espírito que devia estar no consciente de algumas pessoas: “Não torça para dar errado e ter o prazer nefasto de dizer: `Eu avisei. Torça para dar certo e ter a humildade de dizer: `Eu me enganei”!  (desconheço o autor).

Já se passaram mais de cinquenta anos daquilo que se convencionou chamar de ditadura militar, e um grupo de indivíduos que sempre se elegeu a custa deste mote, mas que adora e venera regimes de exceção – Cuba, Venezuela e Bolívia, só para citar alguns-, insiste em condenar Jair Bolsonaro como torturador – sem ele nunca ter exercido o cargo executivo em todo o período em que os militares comandaram o Brasil.

“Andemos honestamente, como de dia; não em glutonarias, nem em bebedeiras, nem em desonestidades, nem em dissoluções, nem em contendas e inveja. Portanto, dai a cada um o que deveis: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra” Romanos 13:7 e 13.

A liberdade de “ir e vir” é desejo de todo ser humano: petista, comunista, democrático etc.; portanto, se você que está com tanto medo do pior é só praticar a empatia e colocar-se no lugar do outro, que ninguém poderá lhe fazer mal algum.

Isto se aplica principalmente aos eleitores de Bolsonaro. Coloquem-se no lugar daqueles que votaram contra e os respeite, para que não deem motivos a sofrerem ofensas, como ocorreu em todo o processo eleitoral ao serem nomeados de fascistas.

Quanto ao novo presidente, penso que ele deve se guiar por três artigos, não da Constituição, nem da Biblia, e muito menos do livro de Winston Churchil, mas do arrazoado popular:

  • Art. 1º – O Contribuinte sempre tem razão;
  • Art. 2º – Fica terminantemente proibido roubar um centavo sequer do erário;
  • Art. 3º – Revogam-se as disposições em contrário.

Não precisará fazer mais nada, entrará para a história como o maior presidente que o Brasil teve em toda sua história republicana.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *